Nesta quarta-feira (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a imposição de tarifas recíprocas contra uma série de países e territórios. A cobrança da taxa mínima de 10% começa a ser aplicada a partir do dia 5 de abril.
A medida é considerada a maior taxação da história dos EUA e o presidente se refere ao momento como o “dia da independência econômica do país” e “o evento que fará a América rica novamente”.
Segundo o republicano, a tarifa será aplicada aos países que taxam produtos norte-americanos e será ao menos metade da alíquota cobrada dos EUA. Ao Brasil, será aplicado a taxa mínina. Aos países com os maiores déficits comerciais com os EUA serão impostas taxas mais altas, a partir do dia 9.
“Se vocês olharem para aquela primeira linha da China, 67%, essas são as tarifas cobradas dos EUA, incluindo manipulação cambial e barreiras comerciais. […] vamos cobrar uma tarifa recíproca com desconto de 34%”, afirmou Trump, mostrando ao público a lista dos territórios taxados e as taxas cobradas.
Trump ressaltou ainda que, caso os países não queiram ser taxados, devem transferir suas fábricas para os EUA. “Tarifas dão ao nosso país proteção contra aqueles que nos fariam mal econômico. […] Mas, ainda mais importante, elas nos darão crescimento”, afirmou o presidente norte-americano.
Ao todo, 185 territórios foram taxados por Trump, entre eles, estão as Ilhas Heard e McDonald, que não é habitada por humanos, sendo apenas povoada por pinguins e focas.
Segundo o site Axios, a Casa Branca justificou a taxa de 10% imposta ao arquipélago, afirmando que ele é um território externo da Austrália, e recebeu a mesma tarifa correspondente ao país.
Redação CPAD News/ Com informações G1
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